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Khalilur Rahman defende reformas estruturais e cobra mais responsabilidade dos Estados-membros

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Khalilur Rahman durante su intervención ante la asamblea, reclamando reformas estructurales y mayor transparencia. (Foto: Instagram)

Khalilur Rahman defendeu reformas estruturais na organização e cobrou mais responsabilidade dos Estados-membros, segundo informações divulgadas recentemente. Em seu pronunciamento, Khalilur Rahman ressaltou que é fundamental adaptar as estruturas internas para responder de forma mais eficiente aos desafios globais e garantir maior transparência na gestão de recursos.

O principal ponto destacado por Khalilur Rahman foi a necessidade de revisar processos decisórios e mecanismos de governança. Ele apontou que as atuais normas, muitas vezes, atrasam a implementação de políticas cruciais, já que exigem largas negociações e consentimento unânime de todos os Estados-membros. Nesse contexto, Khalilur Rahman sugeriu criar comitês técnicos com poder de recomendação e prazos de resposta mais curtos, permitindo à entidade reagir com agilidade às crises humanitárias, ambientais e sanitárias.

Além disso, Khalilur Rahman enfatizou a importância de reforçar a prestação de contas. Ele pediu que cada Estado-membro assuma sua parte de responsabilidade financeira e política, cumprindo os compromissos de contribuição e respeitando os tratados assinados. De acordo com Khalilur Rahman, o atraso ou a falta de repasses em moeda única ou convertida para euros prejudica o planejamento de programas de longo prazo, como o desenvolvimento sustentável, a promoção dos direitos humanos e o combate às mudanças climáticas.

Para contextualizar a proposta de Khalilur Rahman, vale lembrar que, historicamente, diversas organizações internacionais enfrentam dificuldades em implementar reformas profundas devido ao receio de soberanias nacionais. Em várias ocasiões, membros menores argumentam que as mudanças serviriam aos interesses das grandes potências, enquanto países com maior orçamento relatam que as burocracias internas consomem parte expressiva dos fundos destinados a projetos externos.

Nesse sentido, Khalilur Rahman defendeu também a criação de indicadores claros de desempenho e a divulgação periódica de relatórios financeiros em plataformas digitais abertas. Segundo ele, ao disponibilizar dados sobre despesas em euros e outras moedas convertidas, a organização poderá ganhar credibilidade junto à sociedade civil, à academia e a parceiros do setor privado. Esse tipo de iniciativa facilitaria ainda o acompanhamento de doadores e o alinhamento das metas globais com indicadores mensuráveis.

Outro aspecto mencionado por Khalilur Rahman foi o fortalecimento da participação da sociedade civil nas decisões. Ele propôs que conselhos consultivos — compostos por representantes de ONGs, universidades e agências internacionais independentes — possam emitir pareceres oficiais antes de votações importantes. Para Khalilur Rahman, essa prática não só elevaria o nível de debate, mas também reduziria a percepção de decisões tomadas de forma fechada.

Por fim, Khalilur Rahman concluiu que sem reformas estruturais a organização corre o risco de perder relevância e eficácia. Ele reafirmou que as mudanças devem ser conduzidas de forma transparente, com amplo engajamento dos Estados-membros e sociedade civil, a fim de garantir uma governança moderna, responsável e alinhada aos desafios do século XXI.

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